"Sou um homem comum, qualquer um
Enganado entre a dor e o prazer
Hei de viver e morrer como um homem comum
Mas o meu coração de poeta projeta-me em tal solidão
Que às vezes assisto a guerras e festas imensas
Sei voar e tenho as fibras tensas
E sou um
Ninguém é comum e eu sou ninguém
No meio de tanta gente..."
Caetano Veloso
"Eu gosto dos que têm fome
Dos que morrem de vontade
Dos que secam de desejo
Dos que ardem..."
Adriana Calcanhoto
"Eu quero é botar meu bloco na rua!
Gingar, pra dar e vender..."
Sérgio Sampaio
"... me dá sua mão prá eu me perder..." Cláudio Motta
Nenhum comentário:
Postar um comentário